» Bares e Restaurantes
Restaurante Consulado Mineiro
A comida da boa terra de Minas Gerais encontra sua
mais perfeita tradução no restaurante Consulado Mineiro.
Comandado por Geraldo Magela e seus sobrinhos, os irmãos
Giovani e Helvécio Carneiro, o restaurante é conhecido
pelos seus pratos fartos, saborosos, com preço
convidativos e, ainda, pelo apoio que dá à cultura da
cidade.
Desde sua fundação, em 1991, o restaurante apóia em
média quatro peças por mês em São Paulo. O ambiente que
lembra salas de visitas dos velhos casarões da fazenda
no interior de Minas Gerais, e os generosos pratos que
são servidos em panelas de pedra ou em cumbucas de barro
tornam o restaurante mineiro inesquecível para seus
freqüentadores.
Restaurante Brooklyn
Inaugurado há 10 anos, em São Paulo, o Brooklyn é
conhecido pelo seu projeto inovador e moderno, baseado
em duas atrações principais: as criações gastronômicas e
os “spots” de musicais. As intervenções com clássicos do
jazz, temas de filmes e, principalmente, trechos de
musicais da Broadway são cantadas e interpretadas em
inglês por garçons que são também jovens profissionais
do teatro musical. Dirigida por Leandro Pacheco e
Rogério Matias, a equipe de garçons-cantores se
apresenta em intervalos de 30 minutos, a partir das 21h.
Do Brooklyn já saíram artistas que participaram de peças
e musicais como Rent, Les Miserables, O Fantasma da
Ópera, O Beijo da Mulher Aranha, O Mágico de Oz, O Rei
Leão e A Pequena Sereia. A cozinha é comandada pelo
respeitado chef Júnior Belém, que foi subchef no início
do Brooklyn e depois passou pelo Canvas, no Hilton
Hotel, em São Paulo; pelo Racó de Can Fabes, na Espanha,
detentor de três estrelas no guia Michelin, onde
trabalhou com o chef catalão Santi Santamaria; e pelo
Deloonix, primeiro restaurante de raw food no País.
Avenida Club
Desde 86, o Avenida Club é conhecido como ponto de
referência da noite paulistana. Os freqüentadores da
casa formam um grupo eclético que transforma o Avenida
Club em uma das atmosferas mais agradáveis da noite em
São Paulo, além de um redeuto da dança na Cidade. O
Avenida é freqüentado por anônimos, famosos, formadores
de opinião e pode receber até 800 pessoas em uma noite.
O salão principal é um espaço dedicado à dança e no
palco sempre há uma orquestra, uma banda ou grupo
apresentando música ao vivo.
Todai Garden
Situado no bairro da Pompéia, o Todai Garden é uma
das boas novidades para quem aprecia rodízio japonês.
Além de toda a variedade de sua gastronomia japonesa, o
local encanta por sua decoração e variedade de espaços.
Há também opções à la carte e pratos executivos para o
almoço de segunda a sexta-feira. A casa buscou, de forma
sutil, mesclar a decoração tradicional japonesa -
bambus, tatames e aquários de carpas - com um leve toque
de arquitetura moderna. Logo na entrada, o cliente
avista as paredes vermelhas com grandes quadros que
retratam gueixas e que se espalham por toda a casa. Em
quase todo o restaurante, o piso de porcelanato se
mistura com tábuas de madeira, dentro da já citada
proposta de unir o moderno com o tradicional. Todos os
espaços foram estudados criteriosamente para que sejam
especiais onde quer que o cliente esteja sentado. No
lado esquerdo do salão principal há um jardim de
inverno. No lado direito, há um aquário ou laguinho de
carpas, com o som zen das águas da fonte caindo sobre as
pedras.
Belíssimas e já muito procuradas são as salas Tatami -
três salas no mezanino, divididas por bambus, com as
paredes, vermelhas, decoradas com textos que explicam
aspectos da cultura japonesa. São espaços ideais para
casais apaixonados ou pequenos grupos de amigos ou
parentes. A casa possui ainda uma ampla área externa,
onde há duas jabuticabeiras, um jardim japonês repleto
de bambus pedras sabão e muito verde.
O local investe também em um novo filão de mercado para
os restaurantes japoneses: as famílias. Por isso, há um
espaço chamado Todaizinho Clube e uma Gibiteca. A
lojinha Todai tem vários produtos orientais e uma
curiosidade: o bônus em forma de dinheiro personalizado.
Cada cliente recebe de volta 5% do total da conta, em
Dinheiro Todai para ser utilizado na própria lojinha.
Cultura
Eduardo Kobra (Studio Kobra)
Kobra é um expoente da neo-vanguarda paulista. Seu
talento brota por volta de 1987, no bairro do Campo
Limpo com o pixo e o graffiti, caros ao movimento Hip
Hop, e se espalha pela cidade. Com os desdobramentos,
que a arte urbana ganhou em São Paulo, ele derivou – com
o Studio Kobra, criado nos anos 90 - para um muralismo
original - inspirado em muitos artistas, especialmente
os pintores mexicanos - beneficiando-se das
características de artista experimentador, bom
desenhista e hábil pintor realista. Suas criações são
ricas em detalhes, que mesclam realidade e um certo
“transformismo” grafiteiro.
Kobra é autor do projeto “Muro das Memórias”, que busca
transformar a paisagem urbana através da arte e resgatar
a memória da cidade. Desde 2006 já foram entregues 19
murais, em avenidas e ruas de São Paulo. Em janeiro de
2009, entregou para o aniversário de São Paulo um mural
de 1000 metros quadrados na Av. 23 de Maio, que mostra
cenas da década de 20. Fundou em 95, o Studio Kobra,
onde comanda uma equipe especializada em pintura de
painéis artísticos.
Paralelamente, Kobra desenvolve sua produção pessoal,
que passa pela pesquisa de materiais reciclados e novas
tecnologias, como a pintura em 3D sobre pavimentos
(desenvolvida por nomes internacionais, como Julian
Beever e Kurt Wenner), além de reciclar, recriar
momentos e formatos das histórias da Arte e das cidades.
Kobra tem sido muito procurado para decorar também para
pintar restaurantes, bares e residências. Participou da
Casa Cor São Paulo 2009 em dois espaços e da Bienal de
Arquitetura de São Paulo. Em outubro de 2008, fez na
galeria Michelangelo, em São Paulo, a elogiada exposição
“Lei da Cidade que Pinta”, onde placas, outdoors,
luminosos e outros materiais de comunicação visual
retirados pelos fiscais e funcionários da Prefeitura
ressurgiram como suporte para as obras de arte. Em julho
de 2009 fez, também em São Paulo, na galeria Pró Arte, a
exposição “Visitas”, sucesso de crítica e público. Em
julho e agosto deste ano realizou algumas intervenções
em 3D com o artista plástico Romero Brito, em São Paulo
e no Rio de Janeiro. Em outubro do mesmo ano, grafitou
um muro na Av. Rebouças, em São Paulo, ao lado de Jay
Mulder, considerado um dos seis maiores expressionistas
norte-americanos vivos. Em dezembro, participou com uma
tela de uma exposição de artistas brasileiros no Museu
do Louvre, em Paris.
Museu de Arte Jovem
Idealizado pela Pró Cultura Marketing e Eventos e
desenvolvido em parceria com o Instituto Brasil, com o
patrocínio da Cosipa, agora Usiminas, e pela BrasilPrev,
o Museu de Arte Jovem é voltado prioritariamente a
jovens de 12 a 17 anos das redes municipal e estadual de
ensino, em situação de exclusão social, além daqueles
que apresentam aptidões artísticas. O projeto do Museu
de Arte Jovem está alicerçado em quatro horas de
atividades semanais. Monitores especializados ministram,
fora do horário escolar, aulas sobre técnica e história
da arte, além de abordarem temas transversais, como
ética, cidadania, desenvolvimento sustentável e meio
ambiente.
O principal objetivo do programa é incentivar jovens a
trocarem o ambiente da rua por espaços de criação e
conhecimento artístico, por meio de atividades anuais
desenvolvidas a partir de um tema que é o estímulo
gerador das produções. Em 2008, o tema proposto pelo
Museu de Arte Jovem foi “Coisas Boas da Minha Terra”.
Participam do programa escolas de 20 cidades em sete
estados do país.
O projeto Museu de Arte Jovem, iniciado em 2002, une
esforços de Instituições e empresas privadas, através da
Lei Federal de Incentivo à Cultura.
José Luiz Goldfarb
José Luiz Goldfarb atua em diversas áreas do
conhecimento. Possui graduação em Física pela
Universidade de São Paulo (1978), mestrado em Filosofia
e História da Ciência - McGill University, Canadá (1980)
e doutorado em História da Ciência pela Universidade de
São Paulo (1992). É curador há 19 anos do prêmio Jabuti,
da Câmara Brasileira do Livro, considerado a principal
premiação da literatura do país; professor e diretor do
Programa de Estudos de Pós-Graduação em História da
Ciência da Pontifícia Universidade Católica de São
Paulo; coordenador de diversos programas de incentivo à
leitura (São Paulo: um Estado de Leitores", da
Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo; "Letras de
Luz", da Fundação Victor Civita/Energias do Brasil, nos
estados do Tocantins, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul
e São Paulo; e "Rio: uma cidade de Leitores", da
Secretaria de Educação da Prefeitura da cidade do Rio de
Janeiro); coordenador do Corredor Literário na Paulista,
da Secretaria de Estado da Cultura; oficiante do culto
da sinagoga da Associação Brasileira “A Hebraica” de São
Paulo; conselheiro da Biblioteca Haroldo de Campos (Casa
das Rosas - Secretaria de Estado da Cultura); e
presidente do conselho deliberativo da Associação Amigos
do Museu Judaico de São Paulo, entre outros.
Tem grande conhecimento na área de História, com ênfase
em História das Ciências, atuando principalmente nos
seguintes temas: história da ciência e ciência no século
XVII, influências herméticas em Isaac Newton, ciência e
religião, história da ciência no Brasil; bibliotecas
públicas, políticas públicas de promoção do livro e da
leitura, judaísmo e cinema, além da elaboração,
produção, viabilização e implantação de projetos e
eventos culturais.
Projeto Espantaxim (D.A Produções Artísticas)
O projeto “Espantaxim e o Castelinho Mágico”
(www.espantaxim.com.br), desde 2002 já atingiu milhares
de pessoas, de todas as idades, através das obras
lançadas e apresentações em teatros, clubes, escolas,
livrarias, ações sociais e shows beneficentes.
Foram os primeiros netos que inspiraram Dulce Auriemo a
estrear na Literatura Musical Infantil, com o lançamento
do livro/CD “Espantaxim e o Castelinho Mágico – 14
Canções de Dulce Auriemo”. Sempre cultivando a música e
a poesia, Dulce criou ao total 18 personagens e músicas,
que valorizam ritmos bem brasileiros.
Dulce criou e dirige a empresa D.A. Produções Artísticas
e o Selo D.A. Music, o que possibilita o desenvolvimento
de um projeto cultural, que é adotado por centenas de
escolas e instituições beneficentes. Com caráter
pedagógico mais direcionado à pré-escola, estimula as
crianças ao aprendizado musical e à literatura, assim
como à preservação do meio ambiente e à cultura da Paz.
Em 2009, o songbook “Meu Primeiro Álbum de Piano Solo”,
de Dulce Auriemo e Amilton Godoy foi agraciado com o
segundo lugar no Prêmio Jabuti, categoria de livros
“Didáticos e Paradidáticos”. Quarto livro/CD do Projeto
“Espantaxim e o Castelinho Mágico”, é totalmente
ilustrado com personagens musicais que são os temas das
canções e fazem parte da Turminha do Espantaxim. O
projeto tem ainda dois livros e dois CDs.
Tango B’Aires
Única Academia no Brasil dedicada exclusivamente ao
ensino do Tango, a Tango B’Aires fica em um pequeno
prédio de dois andares: o primeiro andar, com um amplo
Salão Dourado, de 150 metros quadrados, com várias mesas
e um bar; e o segundo o Salão Vermelho, também de 150
metros, também com mesas e um bar. A noite é aberta para
alunos e não alunos da Academia. Por isso o nome “La
Milonga de Todos”.
“O Salão Dourado é uma homenagem ao belo cenário do Rio
da Prata com os reflexos do raio do sol. Já o Salão
Vermelho, onde acontece a ‘La Milonga de Todos’, é uma
referência à intensidade, a emoção e à paixão que são
características do Tango”, explica Omar Forte, professor
e diretor da Academia.
O local é singelo e faz – pela decoração e ambiente - as
pessoas se sentirem em uma autêntica milonga portenha.
As milongas atraem não apenas os alunos da escola, mas
apaixonados pelo tango ou mesmo pessoas interessadas em
apenas observar e curtir ambiente.
Regularmente, a Tango B´Aires convida dançarinos do
Exterior, para ministrar se apresentar na academia e dar
cursos para alunos e de aprimoramento dos professores.
Tudo isso gera uma reciclagem que deixa a academia
sempre na vanguarda.
Eventos
Mercado Municipal de São Paulo (eventos especiais)
A Gontof divulga eventos importantes realizados neste
verdadeiro cartão postal de São Paulo, como a Virada
Cultural (“Mi Mercadon Querido!”) e as “feiras” com
cidades do Interior (como “Conheça Mococa”). Em alguns
casos, como nas comemorações dos dois últimos
aniversários da Cidade, no dia 25 de janeiro, a Gontof
participou também da criação e planejamento do evento.
Série de Concertos “Acorde para o Meio Ambiente”
Criado em junho de 2003, o belo e criativo projeto
desenvolvido pela empresa Pró Cultura Marketing e
Eventos em parceria com empresas como AES Tietê, Toyota
e LG, visa despertar a consciência da população para a
importância do meio ambiente, realizando concertos
geralmente em parques, estaduais ou municipais, embora
possa acontecer também em teatros e outros espaços.
O nome Acorde é um verdadeiro achado, oriundo de quatro
motivos: porque os concertos ajudam a despertar
(acordar) para questão do meio ambiente; porque a
maioria dos concertos acontece pela manhã; por causa, é
claro, dos acordes musicais; e porque os eventos são
sempre com entrada franca, mas com a doação de alimentos
e, portanto, despertam para a questão da
Responsabilidade Social.
O Acorde Para o Meio Ambiente gera recursos para os
parques e contribui para programas assistenciais. Com o
objetivo de levar a população aos parques do Estado de
São Paulo, despertar a consciência ambiental e
incentivar a música erudita, o Acorde contou desde o
princípio com o total apoio da Secretaria de Estado do
Meio Ambiente que se tornou grande parceira e
incentivadora deste programa.
Veja também...
» Clientes atendidos |